O Desamor ...Por B Fachada
Fomos à Escócia e voltamos
Loucos por ficar a sós
Fomos mas nunca chegamos
A sair do meio de nós
Mas a Escócia que gostamos
Capadócia que cavamos
Não nos deu o que esperamos
Quando pensamos ser avós
Fomos à Escócia e deixamos
Três amores cada um
E o que da Escócia tiramos
Foi estar sem amor nenhum.
Ir e vir foi um regalo
O desamor sei forçá-lo
Mas se tão longe o buscamos
Perto já tinha havido algum
Não me leves tu a mal
Não me tentes convencer
Que o que havia em Portugal
Não chegava para saber
Dei-te um mês da minha vida
E um mês é de valor
E tu podes ser bastante querida
Mas não é preciso dor para provar o desamor
Por desamarmos deixamos
Seis amores em ter dó.
E agora que regressamos
Não sei se nos sobra um só
É que havia certa esperança
Que podia ser só dança
Mas afinal a bonança
Era apenas beijo em pó
Não me leves tu a mal
Não me tentes convencer
Que o que havia em Portugal
Não chegava para saber
Dei-te um mês da minha vida
E um mês é de valor
E tu podes ser bastante querida
Mas não é preciso dor para provar o desamor
http://www.youtube.com/watch?v=VN0H3g0QVpw
Desamor... Por BA
Fala-me do desamor
Diz-me tudo o que souberes.
É um dia de primavera
Sem pássaros a chilrear?
Ou é noite de verão
Sem passeio ao pé do mar?
Vá, diz-me tudo o que souberes
Que eu não sei o que pensar.
É quadra de Natal
Sem sinos a tocar?
Ou é outono vestido
Com folhas por apanhar?
Diz-me tudo o que souberes
Ou então não digas nada
E deixa-me inventar,
Dar corpo à minha voz
Dar luz ao meu chorar.
D de dor
E de eterna
S de sozinho
A de amargura
M de medo
O de obsessão
e R de remo.
Sim, de remo, porque no mar da desgraça
Ou te afogas
Ou te safas.
Uma Carta De Desamor...Por Stella Florence
Me desculpe por ter tomado a iniciativa.
Me desculpe por ter escrito.
Me desculpe por ter ligado.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por ter dito sim.
Me desculpe por ter gemido.
Me desculpe por ter gozado.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelos machucados que sua ex deixou em você.
Me desculpe por eu ter vindo logo atrás dela.
Me desculpe por querer entender seu silêncio.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu não ter usado máscara.
Me desculpe por desejar alguma intensidade.
Me desculpe por desejar.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelo que foi ruim.
Me desculpe pelo que foi bom.
Me desculpe pelo atrevimento de supor que eu merecia o que de bom aconteceu.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu ter tirado a roupa.
Me desculpe por eu ter mostrado meu corpo.
Me desculpe por eu ter gostado de mostrar meu corpo.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu ter escrito coisas lindas para você.
Me desculpe por você não ter entendido um terço do que eu
Me desculpe por você ter me achado ousada demais.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter te amado.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter te achado bonito.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter me achado bonita.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelos seus erros de português.
Me desculpe pelos erros de português da sua nova namorada.
Me desculpe pela sua nova namorada achar margarida uma flor pobre.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por você torcer para o Palmeiras.
Me desculpe se uma barata entrar na sua cozinha algum dia.
Me desculpe pelos 130 km de congestionamento em São Paulo agora.
Me desculpe por eu ter voz.
Mas, sobretudo, me desculpe por pedir essas ridículas, inúteis e dolorosas desculpas.
Que, naturalmente, não são para você, afinal, porcos não reconhecem pérolas.

Fomos à Escócia e voltamos
Loucos por ficar a sós
Fomos mas nunca chegamos
A sair do meio de nós
Mas a Escócia que gostamos
Capadócia que cavamos
Não nos deu o que esperamos
Quando pensamos ser avós
Fomos à Escócia e deixamos
Três amores cada um
E o que da Escócia tiramos
Foi estar sem amor nenhum.
Ir e vir foi um regalo
O desamor sei forçá-lo
Mas se tão longe o buscamos
Perto já tinha havido algum
Não me leves tu a mal
Não me tentes convencer
Que o que havia em Portugal
Não chegava para saber
Dei-te um mês da minha vida
E um mês é de valor
E tu podes ser bastante querida
Mas não é preciso dor para provar o desamor
Por desamarmos deixamos
Seis amores em ter dó.
E agora que regressamos
Não sei se nos sobra um só
É que havia certa esperança
Que podia ser só dança
Mas afinal a bonança
Era apenas beijo em pó
Não me leves tu a mal
Não me tentes convencer
Que o que havia em Portugal
Não chegava para saber
Dei-te um mês da minha vida
E um mês é de valor
E tu podes ser bastante querida
Mas não é preciso dor para provar o desamor
http://www.youtube.com/watch?v=VN0H3g0QVpw
Desamor... Por BA
Fala-me do desamor
Diz-me tudo o que souberes.
É um dia de primavera
Sem pássaros a chilrear?
Ou é noite de verão
Sem passeio ao pé do mar?
Vá, diz-me tudo o que souberes
Que eu não sei o que pensar.
É quadra de Natal
Sem sinos a tocar?
Ou é outono vestido
Com folhas por apanhar?
Diz-me tudo o que souberes
Ou então não digas nada
E deixa-me inventar,
Dar corpo à minha voz
Dar luz ao meu chorar.
D de dor
E de eterna
S de sozinho
A de amargura
M de medo
O de obsessão
e R de remo.
Sim, de remo, porque no mar da desgraça
Ou te afogas
Ou te safas.
Uma Carta De Desamor...Por Stella Florence
Me desculpe por ter tomado a iniciativa.
Me desculpe por ter escrito.
Me desculpe por ter ligado.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por ter dito sim.
Me desculpe por ter gemido.
Me desculpe por ter gozado.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelos machucados que sua ex deixou em você.
Me desculpe por eu ter vindo logo atrás dela.
Me desculpe por querer entender seu silêncio.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu não ter usado máscara.
Me desculpe por desejar alguma intensidade.
Me desculpe por desejar.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelo que foi ruim.
Me desculpe pelo que foi bom.
Me desculpe pelo atrevimento de supor que eu merecia o que de bom aconteceu.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu ter tirado a roupa.
Me desculpe por eu ter mostrado meu corpo.
Me desculpe por eu ter gostado de mostrar meu corpo.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por eu ter escrito coisas lindas para você.
Me desculpe por você não ter entendido um terço do que eu
Me desculpe por você ter me achado ousada demais.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter te amado.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter te achado bonito.
Me desculpe por, em algum momento, eu ter me achado bonita.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe pelos seus erros de português.
Me desculpe pelos erros de português da sua nova namorada.
Me desculpe pela sua nova namorada achar margarida uma flor pobre.
Me desculpe por eu ter voz.
Me desculpe por você torcer para o Palmeiras.
Me desculpe se uma barata entrar na sua cozinha algum dia.
Me desculpe pelos 130 km de congestionamento em São Paulo agora.
Me desculpe por eu ter voz.
Mas, sobretudo, me desculpe por pedir essas ridículas, inúteis e dolorosas desculpas.
Que, naturalmente, não são para você, afinal, porcos não reconhecem pérolas.
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